sábado, 5 de março de 2011

PERDI UMA AMIGA!

           Hoje dia 5/03/2011 perdi uma grande amiga Dona Natalina, mãe da minha grande amiga Profª Jucineide, não vou citar os outros filhos pois posso esquecer algum.
           Existem pessoas que são cometas em nossas vidas, simplesmente passam. Dona Natalina não é cometa. Ela é estrela que irá permanecer eternamente em nossos corações.Ouvinte de primeira do MÚSICA PURA, sempre que nos encontrávamos tinha uma palavra de incentivo e de carinho.
           Posso dizer que sei dessa dor pois já perdi meus pais, mas jamais direi que passa logo. É dificíl, mas o que nos ampara é sabermos que foram felizes e nos fizeram felizes.
           Quero deixar aqui um abraço carinhoso, um beijo sentido e a promessa que jamais esquecerei a minha amiga que atualmente enxergava com  olhos da alma, e com certeza muito mais que todos nós.
           Dona Natalina no ceú que onde estás não esquece jamais desse seu amigo pois eu não vou esquecê-la.
          Aos familiares um grande abraço e a solidariedade de toda minha família.


PROFº FUMAÇA GENRO


quarta-feira, 2 de março de 2011

PRAZER DA MÚSICA NO CÉREBRO


Este texto foi retirado da revista “CIÊNCIA HOJE” nº 278_vol. 47/janeiro de 2011.
            Os amantes da música sabem, por experiência própria, que o prazer de escutar essas vibrações mecânicas é um dos mais gratificantes que se pode experimentar. Agora, estudo explica tanto o porquê dessa sensação quanto a razão de a música ser apreciada nas mais distintas sociedades humanas.
            O segredo, segundo o estudo, está no fato de o cérebro se inundar de dopamina, um dos vários neurotransmissores que os neurônios usam para enviar sinais químicos uns para os outros. A dopamina está ligada àquele prazer que se tem com um bom prato de comida ou com na surpresa de ganhar grandes somas de dinheiro.
            O experimento mediu, com exames de imagens, os níveis de dopamina no cérebro de voluntários em resposta àquele “arrepio” prazeroso causado pela música que, para muitos, vem da alma e eletriza o corpo. Essa sensação muda a condução elétrica da pele, os batimentos cardíacos e a taxa de respiração, por exemplo.
            Os pesquisadores mostraram que, quanto maior essa sensação, mais alta é a quantidade do neurotransmissor no cérebro. Outra conclusão do estudo: a quantidade de dopamina no cérebro é maior quando o ouvinte classifica a música como agradável, em comparação com uma canção “neutra”.
            Os autores mostram também que mesmo a antecipação do prazer de ouvir boa música já é suficiente para banhar o cérebro com mais dopamina. Para os autores, uma forma de ler esses resultados é que eles explicam por que a música é tão apreciada por diversas culturas.