sábado, 16 de julho de 2011

NEM SÓ DE NOVAS TECNOLOGIAS VIVE O SER HUMANO.

           Não é uma negação as novas tecnologias o que a charge mostra e sim que pensar, raciocinar, discutir, divergir, concluir fazem parte do crescimento em qualquer fase da nossa vida seja na escola ou nas inúmeras atividades. A tecnologia dever ser um instrumento para que o nosso pensamento possa trazer coisas novas e boas que tornem o mundo um pouco melhor para todos nós.         

sexta-feira, 15 de julho de 2011

ALGUMAS IMAGENS QUE PROVA QUE SOMOS OS MELHORES AMIGOS DOS ANIMAIS.

AJUDANDO NA COZINHA

PROTEGENDO.


MOSTRANDO COMO DESESTRESSAR.






UM SORRISO ENCANTADOR.





CUIDANDO COM MUITO CARINHO.

ESSAS FOTOS MOSTRAM COM CERTEZA QUE SOMOS OS MELHORES AMIGOS DOS ANIMAIS, NO CASO AQUI DOS CACHORROS COMO DIZ O O TÍTULO DO TEXTO. ALGUMA DÚIVIDA.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

"ANIVERSÁRIO DA MINHA FILHA ALINE"

          ProcureI no YouTube uma mensagem para o teu aniversário. Todas lindas, perfeitas, mas sem alma. Não era aquilo que eu queria dizer. E o que quero dizer é que "TE MAO" muito e mesmo com nossas brigas tu e tuas irmãs foram o que aconteceu de mais importante e de bom na minha vida. Quero desejar um feliz aniversário. Que Deus esteja eternamente ao teu lado. Agradeço pelos presentes MARAVILHOSOS, FANTÁSTICOS, EXTRAORDINÁRIOS E DIVINOS que são a Ana Carolina e a Beatriz. Um abraço e um beijo no teu coração.

PROFº FUMAÇA GENRO DE DIAMANTINO-MT.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Luta entre meninas de 7 e 8 anos causa polêmica na Austrália-SINCERAMENTE NÃO SENDO HIPÓCRITA, MINHA OPINIÃO É QUE UM PAI DESSES MERECE ELE LEVAR UMAS PORRADAS. SE POR ACASO OUTROS ESPORTES PODEM TRAZER OS MESMOS PROBLEMAS, QUE SE REPENSE ESSES ESPORTES. MAS USAR CRIANÇAS PARA PROMOÇÃO PESSOAL COMO ME PARECE SER O CASO DESSE PAI BABACA É DEMAIS.

O australiano John Wayne Parr, campeão mundial de kickboxing, causou polêmica em seu país ao colocar a filha, de 8 anos, para lutar em um ringue.
Com luvas e proteção para a cabeça e a boca, “Princess” Jasmine Parr, como é chamada, enfrentou Georgina “Punchout” Barton, de 7 anos, na noite de sábado 18 de junho, diante de uma platéia de 500 pessoas. Algumas bebiam enquanto apreciavam a luta e, no final do embate, a vencedora levou um prêmio de US$ 100. As meninas eram apenas uma das lutas da noite: adultos profissionais usaram o mesmo ringue.


As imagens da luta tornaram-se públicas e causou revolta em pais de toda a Austrália. Há relatos de que Jasmine chorou durante a luta, com medo da oponente. A menina teria dito que só voltaria ao ringue mais velha: aos 10 anos! Em uma entrevista para a TV, contudo, a menina disse que achou OK, embora algumas pessoas tenham achado “um pouco assustador”.
Depois da luta, Phil Reeves, ministro australiano da segurança infantil e do esporte, disse que pode regular a prática de esportes de combate para participantes abaixo da idade. Reeves se disse chocado com as imagens das duas garotas no ringue.
Um comentarista do Sidney Morning Herald defendeu a decisão do pai de Jasmine de permitir a luta. John Birmingham afirma que a polêmica revela a hipocrisia da sociedade. Para ele, a luta só causou tanto furor porque era entre meninas. Se fossem dois meninos a trocar socos, ninguém teria dito nada.
Assim como ninguém liga quando meninos pequenos se chocam entre si jogando rugbi ou futebol americano. Ou que, no Brasil, ninguém está aí quando vê meninos se acotovelando para cabecear uma bola ou dando um carrinho para parar o adversário no futebol.
Birmingham conta que viu um menino levar um chute na cabeça durante uma partida de rugbi e precisou de 10 minutos de atendimento médico. Mas que isso não virou debate nacional nem assunto de ministério porque estamos acostumados com os riscos dos esportes de contato – e até celebramos os garotos durões que se levantam e continuam a jogar até se tornar profissionais.
Mas era uma luta – kickboxing – entre meninas novinhas. E isso choca as pessoas.
Não que não haja riscos, há. O principal é o perigo para o cérebro das garotas. Os choques repetidos na cabeça podem levar ao desenvolvimento de problemas neurológicos. Acredita-se que o Parkinson desenvolvido pelo grande Muhammad Ali tenha relação com os socos que o boxeador levou durante a carreira.
Mas nem só o boxe representa um risco para os atletas. Há pesquisas que relacionam a prática de futebol e futebol americano com problemas no cérebro. No futebol americano, os choques são diretos e intencionais. No nosso futebol, a maioria acontece por acidente, quando dois atletas disputam para cabecear a mesma bola no ar, mas há indícios de que cabecear a exaustão bolas pesadas e rápidas também pode gerar problemas.
Talvez essas meninas estejam correndo o mesmo risco que as crianças que jogam futebol ou futebol americano. Nem mais, nem menos.
As pessoas têm razão de criticar o pai por ter colocado a filha no ringue ou ele está certo? O que você acha: é preconceito ou precaução?
Letícia Sorg é repórter especial de ÉPOCA em São Paulo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

TERRÍVEL, VERGONHOSO, VEXATÓRIO É O MÍNIMO.

           Alguns dias atrás escrevi no blog que não tinha o menor entusiasmo com essa seleção que está disputando a tal Copa América. Pensando bem alguém já viu uma carreata, uma festa ou afins quando o Brasil ganhou tal competição. Ela não vale absolutamente nada.
Ontem à noite, dia 10/07/2011, um domingo à noite lia entrevista de Dom Ricardo Teixeira para a revista Piauí. É uma das coisas mais repugnantes, nojentas, absurdas que uma pessoa possa fazer sendo ela presidente da Confederação Brasileira de Futebol, e mesmo se não fosse nada apenas um cidadão que tem seu livre direito de se manifestar. Esse Senhor é dono do futebol brasileiro, manda e desmanda, faz o que quer e pior que isso se é possível, NINGUÉM FAZ ABSOLUTAMENTE NADA.
          Não são os palavrões que ele diz na entrevista, é o de menos. O que aterroriza é o conteúdo, a manifestação explícita de um pensamento que está se lixando para o povo, para o governo e para as autoridades. Ele Ricardo Teixeira tem a ABSOLUTA CERTEZA DA IMPUNIDADE. Como falamos a todo o momento, O CARA NÃO ESTÁ NEM AI PARA TODOS. É uma vergonha para todos que uma pessoa como essa comande uma instituição que organiza uma paixão nacional como o futebol. Eu que sou apaixonado por futebol, que gosto de ler, ver e ouvir sobre esse esporte sinto uma tremenda de uma tristeza, uma grande vergonha por ter uma pessoa como essa a frente desse esporte para mim tão maravilhoso.
          Tão grave quanto o que fala o presidente da CBF é a postura de uma parte da imprensa brasileira que simplesmente se cala, se omite e não repercute o assunto de maneira nenhuma. Comportando-se como na época da ditadura, em que certos assuntos não tinham nenhuma divulgação, para não contrariar os interesses dos ditadores de plantão. Essa mesma imprensa divulga com toda razão os escândalos dos governos municipal, estadual e federal, dos políticos em geral, cumprindo seu dever, que é o de informar. A estranheza está que nesse tipo de assunto PARTE da imprensa silencie convenientemente como se Ricardo Teixeira fosse um Deus inatacável, acima de qualquer suspeita. Suspeita é uma atitude dessas, um silêncio vergonhoso, uma atitude de subserviência total ao poder que destrói tudo que toca. Essa mesma parte da imprensa fez parte da defesa de um modelo de ditadura que tanto mal fez ao nosso país e que está na memória de todos nós. Será que eles querem que esse tipo de coisa continue acontecendo? Será que eles acreditam que todos nós brasileiros somos um bando de alienados que não percebemos o que está acontecendo ao nosso redor?
           Espero que a verdadeira imprensa, livre, democrática, investigativa e imparcial continue trabalhando para que esse tipo de gente seja definitivamente afastada da condução dessa paixão que é o futebol, mas também que afaste também da condução de tudo em nosso Brasil.
Sei que é um sonho, uma utopia, um desejo difícil de ser alcançado, mas terrível mesmo é não acreditar. No dia em que perceber ser tudo isso impossível, a vida será penosamente triste e com certeza sem perspectiva de felicidade.
Um sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade. (RAUL SEIXAS)

PROFº FUMAÇA GENRO
PROGRAMA MÚSICA PURA TODOS OS SÁBADOS DAS 17h00min ÀS 19h00min NA RÁDIO PARECIS 690 AM.
WWW.fucalima2010.blogspot.com

sexta-feira, 8 de julho de 2011

NA PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO DA PROFESSORA AMANDA GURGEL SEM PENSAR MUITO NÃO ENTENDI A SURPRESA DOS SALÁRIOS BAIXOS DE NÓS PROFESSORES. DEPOIS COM MAIS ATENÇÃO ENTENDI PERFEITAMENTE O QUE ELA QUIS DIZER. E NESSA NOVA MANIFESTAÇÃO FANTÁSTICA QUE RETIREI DO BLOG DO CONVERSA AFIADA DO PAULO HENRIQUE AMORIM, NÃO FORMATEI O TEXTO E COLOQUEI COMO ESTAVA. PARÁBENS PROFESSORA. QUE ESSA SUA ATITUDE SIRVA DE DE EXEMPLOS PARA MUITOS SINDICALISTAS QUE ADORAM ESTAR NO PODER ESQUECENDO SUAS VERDADEIRAS ORIGENS.

Por que não aceitei o prêmio do PNBE

Oi,


Nesta segunda, o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio “Brasileiros de Valor 2011″. O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.

Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem “amigas da escola”.


Amanda




Natal, 02 de julho de 2011


Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,


Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald’s, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.
Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.




Saudações,
Professora Amanda Gurgel