segunda-feira, 16 de abril de 2012

TEXTO RETIRADO DO SITE ARAIBU HOJE DIA 16 DE ABRIL DE 2012





Na moral: dizer que o evento do mensalão supera o da privataria tucana é, no mínimo, cinismo. E a revista Veja mais a Rede Globo e amigos querem isso. Outro erro, digamos assim, é o povo brasileiro achar que essas questões serão definitivamente resolvidas por CPIs e por sessões do STF, lugares onde as pressões e o jogo de interesses são infinitos

No máximo, se conseguirá uns bodes expiatórios para cada caso e algumas explicações “plausíveis” até a próxima batalha. Enquanto isso, pautas reais como as reformas que tanto precisamos ficam estagnadas.


Quem sabe acabaremos por ocupar massivamente ruas, avenidas e praças e assim promoveremos um julgamento popular por sobre os partidos e empresários e todos os outros agentes dessas questões todas? Quem sabe? Até porque cresce a ideia de movimento não partidário, livre, meio anarquista, diria. Desse modo, dissiparíamos todas as cortinas de fumaça e todas as invencionices grupistas.


A partir do dia em que as lutas entre grupos passaram a importar mais que as lutas do povo, perdemos o rumo. Nós, pessoas que não ocupam o poder, somos apenas o suposto pretexto daquelas figadais lutas que lá por cima ocorrem ― ditas pelo nosso bem.


Ainda acho que a privataria tucana é maior escândalo que o mensalão, mas a questão não é um concurso de quem e do que fede mais. Antes da existência dos partidos e de outros grupos particulares, existíamos nós, o povo brasileiro.






domingo, 15 de abril de 2012

NÃO SEI SE É VERDADE O QUE DIZ O TEXTO,MAS QUE É MUITO BOM A ISSOÉ.

Os responsáveis pela bunda como é conhecida na atualidade, e aí me refiro ao conceito contemporâneo de bunda, ou seja, a bunda como ela é, são os africanos. Mais especificamente os angolanos e os cabo-verdianos. Para ser ainda mais preciso as angolanas e as cabo-verdianas.
Foram elas, angolanas e cabo-verdianas, que, ao chegarem aqui durante as trevas da escravatura, revolucionaram tudo o que se sabia sobre bunda até então.
Foi assim: naquela época, a palavra bunda não existia.

Os portugueses, quando queriam falar a respeito das nádegas de uma cachopa, diziam exatamente isso, nádegas. Ou região glútea, tanto faz.
Aí, os escravos angolanos e cabo-verdianos chegaram ao Brasil. Só que eles não eram conhecidos com os angolanos nem cabo-verdianos.
 Eram os bantos chamados bundos, que falavam o idioma "ambundo". Ou "quimbundo". A língua bunda, enfim.
Os bundos, esses, em especial as mulheres bundas, possuíam a tal região glútea muito mais sólida, avantajada, globosa.
Os portugueses, que, ao contrário do que se acredita, não são bobos, logo encompridaram os olhares para as nádegas das bundas.
Uma delas passava diante de uma turma de portugueses e eles já comentavam:
- Que bunda!
Em pouco tempo, a palavra bunda, antes designação de uma língua e de um povo, passou a ser sinônimo de nádegas.
E assim nasceu a bunda moderna.


FANATISMO É AUSÊNCIA DE AUTOCRÍTICA –RETIRADO DO BLOG AIRIBU

Se, de um lado, a grande imprensa não abre mão de seu partidarismo, de outro, boa parte da imprensa alternativa se colocou exatamente na trincheira oposta, como se fazer jornalismo, em essência, fosse isso mesmo. Há sites e blogs tão incapazes de críticas ao governo e ao PT que deveriam receber dinheiro por tal subserviência. Há pessoas tão carentes de uma autoafirmação nesse sentido que muita terapia ainda seria pouca. E o tempo já mostrou as saídas.
Verdade seja dita: nossos principais partidos de esquerda não são mais aqueles de outrora cuja postura pecava pelo excesso de utopia, claro, mas que fazia gosto pelo rigor de zelo para com o comportamento ético, para com a coerência. Não se podia aventar a mínima hipótese de se ter, por exemplo, uma figura como o Sarney lado a lado, afinal o dono do Maranhão nunca foi com a cara do povo.
Hoje, boa parte da militância e parte da imprensa alternativa ainda produzem pensamentos interessantes e momentos louváveis, mas estão entregues à inércia de uma adoração fanática às lideranças de tal modo que não lhes resta muito mais que concordar, concordar e concordar, desprovidos que estão do senso crítico anterior. Fazem do cinismo e do discurso desenvolvimentista suas estratégias, como se o povo, como um todo, fosse bobo.
E o pior é quando constatamos que esse tipo de fanatismo a tudo ou a quase tudo permeia ― da religião ao futebol, de breves opiniões sobre questões de gênero a observações sobre comportamento. Há, assim, o fanatismo geral, uma estreiteza de pensamento levada aos extremos. Fanáticos de direita, fanáticos de esquerda, fanáticos religiosos, obsessivos de todo tipo, outsiders disfarçados de “pessoas críticas”.
Penso que ou escapamos disso com a luta que pudermos empreender, ou sucumbiremos a uma sociedade de “seitas” que mutuamente se canibalizarão até um limite final, depois de muitos estragos.
Refletir faz parte e é ótimo! Às vezes, dói, pode doer, mas é a dor de renascer de dentro daquilo quem em nós não vive m
O JORNALISMO "INVESTIGATIVO" E SEUS SEGUIDORES

Se Demóstenes Torres e a revista Veja não são redutos de ética a ponto de, imunes a tudo, poderem criticar severamente que quer que seja, o que é feito do indivíduo que, ciente disso, silencia sobre o primeiro e ainda segue e defende a segunda no Twitter e noutros espaços da web, defendendo-a ainda na vida não-virtual, no dia a dia?


É da mesma laia, como dizem as pessoas quando falam sem maiores delicadezas (falsidades, leia-se). E isso põe abaixo a credibilidade dessas mesmas diante de seus seguidores e amigos e sabe-se lá o que mais.
E a coisa é tão esculachada que o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), amigo do amigo de Demóstenes, ou seja, do bicheiro Carlos Cachoeira, “disse à Folha que tinha conhecimento do envolvimento do empresário com contravenção.”(Conversa Afiada) Há anos!
O ilustre professor e pesuisador da área de comunicação, autor de livros interessantes, Venício Lima, nos diz:
“Enquanto empresários da mídia impressa ou concessionários do serviço público de radiodifusão – e seus porta-vozes – reafirmam, com certa arrogância, seu insubstituível papel de fiscalizadores da coisa (res) pública, o trabalho da Polícia Federal possibilita que o país tome conhecimento de evidências do envolvimento direto da própria mídia com os crimes que ela está a divulgar.
E mais: a solidariedade corporativa se manifesta de forma explícita. Por parte de empresas de mídia, quando se recusam a colocar setores de seu negócio entre os suspeitos da prática de crimes, violando assim o direito à informação do cidadão e o seu dever (dela, mídia) de informar. Por parte de jornalistas, que alegam estarem sujeitos a eventuais relacionamentos “de boa fé” com “fontes” criminosas no exercício profissional do chamado jornalismo investigativo.
Será que  – na nossa história política recente – o recurso retórico ao papel de fiscalizadora da coisa (res) pública não estaria servindo de blindagem (para usar um termo de agrado da grande mídia) à indisfarçável partidarização da grande mídia e também, mais do que isso, de disfarce para crimes praticados em nome do jornalismo investigativo?” (Observatório da Imprensa)
A última parte está em negrito para destacar exatamente o teor da questão: a mídia que se envolve com o crime em nome de um tal jornalismo investigativo, mas que não se vê como participante (culpada) dos tais atos, sendo, noutros momentos, polícia, justiça e carrasco daqueles a quem escolhe perseguir.
E há seus leitores-telespectadores propagadores dessa maneira de ser no mundo, desde a cidade grande à essa províncias miúdas desse imenso Brasil.
Que é feito desses indivíduos que, antes de beijar esposa e filhos ao nascer do dia, esfregam seus rostos e suas virilhas nas capas de exemplares da revista Veja?
Precisamos, sim, transformar muita coisa nesse Brasil onde governadores e prefeitos (com exceções) são contra o cumprimento da Lei do Piso para professores e, simultaneamente, não vivem sem salários altos e todo tipo de mordomia que conseguem.
Mas, a imprensa também precisa de uma ampla reforma. E a grande mídia está incomodada com os blogs "sujos" (esse "sujos" foi uma gentileza d

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PALAVRAS DIFÍCEIS, MAS DE FÁCIL SIGNIFICADO.

RETIRADO DO SITE www.vamoscomopodemos.blogspot.com QUE INDICO PARA VISITAREM COM SENDO UM BLOG DE ALTÍSSIMA QUALIDADE ESPECIALMENTE PARA NÓS JOVENS (PELO MENOS DE ESPÍRITO).



"Pode ser que, um dia, o destino nos separe, mas tenho certeza que ele se arrependerá e nos juntará, novamente." 


CIRCUNCISFLÁUTICO - Pretensioso, misterioso. Triste.

COGITABUNDO - Meditativo, pensativo.

PENIPOTENTE - Que alça grandes voos, voa alto.

GASTRIMARGIA - Gula.

ESPÚRIO - Ilegal, falsificado.

INTERTRIGEM - Assadura.

HERMENÊUTICA - Interpretação das leis, dos sentidos das palavras.

INCULCAR - Apontar, mostrar, divulgar, apresentar, gravar.

INUPTO(A) - Não está em matrimônio, solteiro(a).

DELUSÃO - Engano, ilusão.

BARGANTE - Possui maus costumes, descarado.

ARQUEJAR - Respirar com dificuldade, ficar ofegante.

ZOPEIRO - Têm dificuldades para andar. Tímido. Preguiçoso.

ZURUÓ - Maluco, doido, louco.

TORENGO - Pessoa de baixa estatura.

PUGNAZ - Reivindicador, polêmico, lutador.

LÂNGUIDO - Fraco, sem forças, abatido. Pode ser também sinônimo de sensualidade.
Postado por Leonardo Dias às 19:05:00 3 opiniões

RECEBI DO MEU AMIGO EDUARDO ROSA DE SANTA MARIA.O QUE VOCES ACHAM DESSA IMAGEM ABAIXO.

UM POUCO DE BOM HUMOR NÃO FAZ MAL A NINGUÉM. OU FAZ?

DESDE PEQUENO EU VIA COISAS ESTRANHAS NA TV

* O Tarzan corria pelado...
* Cinderela chegava em casa meia noite...
* Aladim era ladrão...
* Batman dirigia a 320 km/h...
* Pinocchio mentia...
* Bela Adormecida era uma vagaba...
* Salsicha (Scooby-Do) tinha voz de maconheiro, via fantasma e conversava com o cachorro...
* Zé Colméia e Catatau eram cleptomaníacos e roubavam cestas de pic-nic...
* Branca de Neve morava na boa com 7 homens (pequenos)...
* Olívia Palito tinha bulimia;
* Popeye fumava um matinho suspeito!!!
* Pac Man corria em uma sala escura com música eletrônica comendo pílulas que o deixam ligadão;
* Super Homem locão, colocava cueca por cima da calça;
* A Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão;

Olha os exemplos que eu tive!
Tarde demais!

terça-feira, 10 de abril de 2012

As mentiras convencionais de nossa educação_RETIRADO DO SITE AMÁLGAMA ATUALIDADE & CULTURA
Todo mundo apresenta ideias para a escola, mas a maioria delas está ancorada em alguma de muitas mentiras.
Por Lincoln Secco (09/04/2012)
em Brasil



          No final do século XIX o escritor Max Nordau publicou uma obra chamada As mentiras convencionais de nossa civilização. Uma adaptação deste título tão feliz pode ser feita para a educação brasileira a partir de duas notícias salvacionistas para a escola.
Primeira notícia: o Governo do Estado de São Paulo vai investir em lousas digitais. Dessa forma, afirmam os especialistas, o aluno terá mais interesse nas aulas. De acordo com as pesquisas sobre uso de tecnologia na educação (Folha de São Paulo, 5 de abril de 2012), a modernização tecnológica não melhora o aprendizado.
Segunda notícia: o governo paulista não está só. O MEC prometeu distribuir 600 mil tablets para professores. Trata-se de uma prancheta eletrônica que permite acesso à internet, entre outras coisas (como desenhos, jogos e entretenimentos). É possível que a maioria dos   professores sequer saiba o que é isto e talvez fosse mais fácil o governo ter usado o termo português “tablete”. Outra ideia do ministro da Educação (Veja, 19 de março de 2012) é alfabetizar as crianças mais cedo e aplicar uma prova aos oito anos de idade para observar seu grau de alfabetização.
Bem, escolhi duas notícias ao acaso já que todo mundo apresenta ideias para a escola. Mas a maioria delas está ancorada numa das mentiras convencionais desmentidas abaixo:
1. Não é verdade que alfabetização até os oito anos seja indispensável. Várias pesquisas (mas a história também) mostram que alfabetizar mais cedo pode até ser prejudicial e que é preferível brincar a estudar antes daquela idade. Cada criança tem um ritmo próprio de aprendizado e a escola deveria respeitar isso.
2. Não é verdade que tecnologia facilite o aprendizado por torná-lo mais atraente. Ninguém deseja que a escola volte aos padrões rígidos de um século atrás. Mas jogar pedra na casa do vizinho ou fazer sexo sempre será mais atraente do que fazer análise sintática ou resolver equações de segundo grau. A escola tem uma dimensão disciplinar inescapável e sem ela não podemos aprender.
3. Não é verdade que a escola pública era boa porque era para poucos e hoje é ruim porque atende a todos. Ela se tornou ruim porque o Estado preferiu investir somente na sua expansão física e passou a gastar proporcionalmente menos com professores e equipamentos tradicionais (livros, laboratórios, bibliotecas, piscinas e anfiteatros). Massificação com ampliação de recursos não seria problema algum. E de onde viriam os recursos? Bem, o Estado optou por construir Brasília, sustentar a corrupção da Ditadura Militar e gastar com pagamento de juros.
4. Não é verdade que a redução da idade de ingresso na escola atendeu critérios pedagógicos. Como as creches se tornaram um direito reivindicado pelas mães e custa mais barato abrir um turno na escola fundamental, os governos reduziram a demanda por creches fazendo as crianças saírem mais cedo delas.
5. Não é verdade que aumento salarial substancial não melhora a educação. O problema é que um professor carece de salário e status. A relação pedagógica é baseada principalmente na autoridade conferida ao docente pela avaliação, idade, conhecimento e respeito social. Como vivemos numa sociedade capitalista, é claro que a maior parte desses atributos depende da renda. Ou seja: do salário!
6. Não é verdade que o investimento dos governos em tecnologia educacional tenha por escopo melhorar a educação. Na verdade este tipo de investimento é adotado porque é mais barato e aparece mais.
7. Não é verdade que determinar novos conteúdos para o currículo escolar melhore a cidadania. Mas é verdade que pode piorar o estudo de conteúdos já tradicionais como Matemática, História ou Língua Portuguesa. O problema do trânsito, a religião, atividade sexual, prevenção de doenças, ecologia, direitos humanos, criminalidade, drogas etc., são sempre problemas que os políticos deixam para a escola resolver. Basta um congressista ter uma ideia e já temos uma nova obrigação para os professores. Perguntar se uma lei é exequível em função do orçamento é algo comum, mas ninguém se pergunta se os novos conteúdos obrigatórios “cabem” no currículo e no tempo de aula. É que todos esquecem que a educação não se dá apenas na escola. Só uma parte da educação juvenil é escolarizada porque na maior parte do tempo o aluno está submetido a outros educadores: amigos, família, polícia, deputados, más ou boas companhias, namorados etc. Por isso, pouco adianta ensinar ética se o Congresso Nacional perdoa seus parlamentares corrompidos.
É preciso dizer que a instituição escolar está em crise (como a família, as Forças Armadas, a Igreja e os partidos). As relações entre jovens e velhos, filhos e pais, chefes e subordinados mudaram. Impotentes, todos esperam que a escola seja a única a resolver uma crise civilizacional. É possível que a escola não exista mais num futuro longínquo. Afinal, a escolarização em massa é muito recente na história.
Mas por enquanto precisaremos dela. Quando um ministro diz que os alunos estão no século XXI e a escola no século XIX, esquece que em alguns lugares (como o Brasil) nós passamos diretamente de um país ágrafo para outro que assiste televisão e manipula ícones no computador. Não tivemos (como no Velho Mundo) a fase do livro e da leitura. Ainda precisamos um pouco de século XIX: professores respeitados, giz, quadro negro, alunos na sala de aula e livros à mão cheia.