sábado, 3 de março de 2012

Grupo pressiona reguladores na implementação da nova lei do setor para preservar influência na Net e na Globosat

RETIRADO DO SITE contrapontoIG

Fausto
faustoishi@ig.com.br

Enviado em 01/03/2012
A TV Globo faz jornalismo isento (para os tucanos); lá se pratica a liberdade de imprensa (para a família Marinho); nela os negros tem o mesmo espaço que os brancos (para fazer faxina); seu compromisso com a verdade é a sua marca registrada (provou que bolinha de papel causa traumatismo craniano); é a única emissora que possui código de ética interno (vide eleição Collor vs. Lula); se não sai no Jornal Nacional não é notícia (a CPI da Privataria Tucana não saiu); é uma televisão que respeita a família brasileira (sexo ao vivo no BBB); é uma empresa que defende a democracia (apoiou a ditadura de 64); é contra qualquer forma de censura (mas esconde “A Privataria Tucana”); combate a violação dos direitos humanos em Cuba e no Irã (em Guantânamo e no Pinheirinho pode); condena a invasão de propriedades (menos a praça pública que ela ocupava); Rede Globo tudo a ver… Plim! Plim!





 
Saiu na Folha desta quinta-feira:

Grupo pressiona reguladores na implementação da nova lei do setor para preservar influência na Net e na Globosat

Legislação veta domínio nas duas empresas; regra obriga Globo a ficar fora do controle da Net

JULIO WIZIACK

DE SÃO PAULO

A nova lei de TV paga, aprovada em agosto de 2011, restringe a atuação de uma mesma empresa nos segmentos de distribuição de pacotes, de um lado, e programação de canais, de outro.

O princípio, formulado para barrar o domínio do mercado por poucas empresas, está sob risco agora, quando se trava uma disputa para sua implementação.

As Organizações Globo tentam manter um grau de influência na Net -a distribuidora cujo controle passou para as mãos do bilionário mexicano Carlos Slim- e ao mesmo tempo credenciar-se como programadora independente, via Globosat.

No acordo de acionistas em que transferiu o controle da Net para a Embratel, de Slim, a Globo manteve o direito de indicar representantes para o conselho da distribuidora de TV paga, que domina 38% do mercado hoje.

Para a Anatel, a agência reguladora das teles, o arranjo não configura saída total da Globo do controle da Net. A agência exigiu a apresentação de um novo acordo de acionistas, no prazo de um ano, prevendo a retirada da Globo do controle da Net.

Sem desvencilhar-se completamente da Net, a Globo não poderia ter a GLOBOSAT classificada como programadora independente pela Ancine-agência federal que zela pela cota de conteúdo nacional na TV paga, uma outra inovação da lei.

COTAS PARA NACIONAIS

A regra diz que todo pacote de programação a ser distribuído no país a partir de abril -prazo para que a lei entre em vigor- terá de incluir um canal produzido por empresas nacionais a cada três.

        Caso seja considerada programadora independente, a GLOBOSAT (que reúne canais como GNT e Multishow) poderia oferecer 11 canais nacionais; 12 são o máximo previsto pela lei.

Se for considerada uma empresa coligada da Net, a GLOBOSAT só poderia oferecer oito canais nacionais.

As Organizações Globo, segundo a Folha apurou, pressionam a Anatel para que adote regras mais flexíveis, baseadas na Lei das S.A., pela qual a presença da Globo na Net não configuraria ingerência no controle.

A Ancine decidiu adotar a Lei das S.A. na sua regulamentação, que está sob consulta pública até este mês.


sexta-feira, 2 de março de 2012

CHARGE RETIRADA DO SITE DO NOBLAT

A CHARGE DIZ TUDO E MAIS UM POUCO.

MPE notifica Estado para não renovar contrato gestoras do "MT Saúde"_JORNAL A GAZETA DE CUIABÁ-HOJE 02/03/2012

O QUE ME DEIXA ESPANTADO É A ABSOLUTA INEFICIÊNCIA DO ESTADO E A FALTA DE PARTICIPAÇÃO DO SINTEP NESSE ASSUNTO. O PRIMEIRO QUE A TUDO FISCALIZA, É INCAPAZ DE FICAR SABENDO JÁ NA CONCOOCRRÊNCIA QUE ESSA EMPRESA OU EMPRESAS NÃO TINHAM CONDIÇÕES DE GERENCIAR ALGO TÃO IMPORTANTE PARA NÓS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. O SINTEP NO CASO DE NÓS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO POR NÃO PARTICIPAR AOS SINDICALIZADOS A REAL SITUÇÃO.
 FOI NECEESSÁRIO A INTERVENÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA QUE O ESTADO SEMPRE TÃO RÁPIDO N APLICAÇÇÃO DE MULTAS SOUBESSE DESSE TERRÍVEL PROBLEMA. E A PERGUNTA É. COMO FICAMOS AGORA?
Redação do GD
O Estado de Mato Grosso foi notificado pelo Ministério Público Estadual para que não renove o contrato com as empresas 'Saúde Samaritano Administradora de Benefícios Ltda' e 'Open Saúde Ltda', atuais gestoras do plano 'MT Saúde'. No documento, o MPE afirma que as referidas empresas não possuem idoneidade técnica, econômico-financeira e de habilitação para cumprir com o objeto do contrato firmado com o Estado, cujo prazo de vigência termina no dia 22 deste mês.
De acordo com o autor da notificação, promotor de Justiça Roberto Aparecido Turin, durante as investigações foi constatado que a empresa 'Saúde Samaritano Administradora de Benefícios Ltda' não possui qualquer registro junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), inclusive para atuar como operadora de planos de saúde. A empresa, segundo o MPE, também foi constituída apenas 68 dias antes da assinatura do contrato com o Estado de Mato Grosso.
“A referida empresa não possuía tempo de funcionamento suficiente para comprovar sua aptidão na gestão de planos de saúde, ainda mais com a envergadura do MT Saúde, que atende a 54 mil beneficiários espalhados por todo o Estado. O atestado de capacidade técnica apresentado à Secretaria de Estado de Administração (SAD) foi subscrito pela própria empresa, tornando-o totalmente inválido”, afirmou o promotor de Justiça.
Em relação à 'Operadora de Plano de Saúde Open Saúde Ltda', o Ministério Público afirma que a empresa encontra-se, desde março de 2010, sob investigação administrativa pela ANS, que já emitiu duas notas técnicas concluindo pelo risco de inadimplência por parte da referida empresa. “Em uma das notas, a ANS a qualificou como risco catastrófico, evidenciando a inidoneidade econômico-financeira da empresa”, disse o representante do Ministério Público.
Conforme o promotor de Justiça, as investigações do Ministério Público ainda não se encerraram e que gestores públicos poderão ser acionados por ato de improbidade administrativa. Caso as recomendações feitas pelo Ministério Público também não sejam acatadas, o MPE adotará as medidas judiciais cabíveis na defesa do patrimônio público e da probidade administrativa.
A notificação recomendatória foi expedida nesta quinta-feira (01.03). O Estado terá 10 dias, a contar da data do recebimento da notificação, para informar ao MPE ser irá cumpri-la ou não.
Representação: O Ministério Público também encaminhou nesta quinta-feira (01) representação externa ao Tribunal de Contas (TCE) e Auditoria Geral do Estado para verificação da legalidade do contrato firmado entre o Estado e a referida empresa e tomada de contas especial.  


TSE: político sem contas aprovadas não poderá concorrer nas eleições de 2012-RETIRADO DO JORNAL ZERO HORA HOJE 02/03/2012

Até 2010, candidato que prestava conta, independente da aprovação, podia se candidatar.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta que os políticos com contas desaprovadas não poderão concorrer nas eleições de 2012. Os ministros endureceram a regra das eleições de 2010, que declarava quite o candidato que prestava contas, independentemente de elas serem aprovadas ou não. A quitação eleitoral é uma exigência para obtenção do registro para concorrer a um cargo.

           Os ministros não definiram, no entanto, o prazo para que a desaprovação de contas interfira no registro. Atualmente, a Corregedoria do TSE tem o registro de 21 mil políticos que tiveram as contas desaprovadas em eleições anteriores.

           Ficou definido que a rejeição de contas relativas às eleições de 2010 deixa o político não quite, e que as outras situações serão analisadas caso a caso. A dúvida é se um candidato que teve contas desaprovadas em 2008, por exemplo, poderia obter o registro para concorrer em 2012.
           O julgamento começou no dia 14 de fevereiro, com o voto do relator Arnaldo Versiani, que queria manter a regra mais branda aplicada em 2010. Ele foi seguido pelos ministros Gilson Dipp e Marcelo Ribeiro, para quem a lei é clara ao exigir apenas a prestação de contas.

           A divergência foi aberta pela ministra Nancy Andrighi, que defendeu a aprovação das contas como condição para a obtenção do registro. Para Andrighi, o candidato que foi negligente e não observou a legislação não pode ter o mesmo tratamento do candidato que cumpriu seus deveres. “A aprovação das contas não pode ter o mesmo efeito da desaprovação”, resumiu.

         Seu entendimento foi acompanhado pelos ministros Marco Aurélio Mello, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski. “Tratar igualmente aqueles que têm contas aprovadas e desaprovadas feriria a mais não poder o principio da isonomia”, disse Lewandowski.
AGÊNCIA BRASIL

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Nova função do Facebook pode ler os seus SMS

ISSO É O QUE FICAMOS SABENDO. QUE OUTRAS COISAS ESTÃO FAZENDO COM NOSSOS CELULARES QUE NINGUÉM NOS CONTA.

27 de FEVEREIRO
          Uma reportagem do jornal Sunday Times acusa o Facebook de estar invadindo a privacidade de seus usuários ao acessar os SMS disponíveis em seus aparelhos. A função, que já estaria disponível no aplicativo da rede social para o Android desde setembro de 2011, estaria sendo utilizada testes fechados.
          O diretor de comunicações do Facebook, Iain Mackenzie, respondeu às alegações afirmando que, apesar da função existir no aplicativo, ela não pode ser habilitada. Para ele, a matéria do jornal é ridícula ao afirmar que o serviço está invadindo a privacidade de seus usuários.
          O Facebook, porém, não se pronunciou sobre o uso que a leitura de SMS teria no aplicativo. De acordo com o consultor de segurança Charlie Miller, ouvido pelo site Ars Technica, tal função seria possível apenas no Android, já que o iOS e Windows Phone contam com sistemas de produção que impedem a leitura das mensagens por qualquer aplicativo.