quarta-feira, 8 de agosto de 2012

OS IDOTAS E SUAS IDIOTICES.CONTINUAÇÃO



            Em época de Olimpíadas, mensalão do PT, do DEM, do Azeredo, campeonato brasileiro volto com os idiotas e suas idiotices. Vamos a eles, os idiotas e a elas, as idiotices.


- idiotas: aqueles que cobram dos atletas somente medalhas de ouro e não veem que na imensa maioria a culpa está nos dirigentes que só sabem se promover e não se preocupam em criar uma estrutura de esporte para o país, não somente nessa época, mas para muito e muito tempo.
- idiotices: uma geração vencedora se constrói com muito investimento, muita estrutura, muito treinamento e uma consciência esportiva não somente de resultados. Esses são consequência de tudo o que citei anteriormente e muito mais. Não vamos na conversa do Galvão Bueno e seus companheiros de SportTV que são oficialistas ao extremo. Tiro desse barco o futebol que é privilegiado em relação a os outros esportes, inclusive o vôlei que tem bastante apoio. Perguntem a um atirador, a um boxeador ou a qualquer esporte com menor visibilidade e eles dirão que grandes apoios recebem do Comitê Olímpico Brasileiro.

- idiotas: alguns políticos que ainda não entenderam que o Brasil é outro, que a lei mudou. Pode até ser pouco, mas que mudou mudou e na minha opinião essa mudança foi para melhor. Até porque que não deve não teme, um ditado antigo, mas que não perde sua validade.
- idiotice: o comportamento desses políticos independente da idade que tenham é o mais antigo possível. Promessas de emprego, de lotes, de tudo um pouco. É uma idiotice antiga que muitos ainda usam. Espero que sem sucesso.

- idiotas: a CBF e nós que gostamos de futebol.
- idiotice: transferir o jogo de Flamengo com o Atlético Mineiro embalado, líder e com tudo para ganhar de um outro time que está mais perdido que cachorro que caiu do caminhão de mudanças. A maior idiotice está na desculpa. De que o gramado do Engenhão está prejudicado. E os outros estádios que o Flamengo já jogou em outros campeonatos inclusive o brasileiro? Somos todos idiotas, mas não tanto que não notemos ser uma armação deslavada para beneficiar um só clube.

- idiota: nós o povo brasileiro com essa história do julgamento do mensalão.
- idiotice: cada vez fica mais claro que o julgamento nada tem a ver com justiça e sim com a questão política. A grande imprensa (alguns, nem todos) já condenou a todos. Obviamente não existe nenhum anjinho nessa turma toda. A questão está no fato de se provar com certeza o que aconteceu neste mensalão, no DEM, no do PSDB e em todos os outros partidos que participaram dessa vergonha toda. O que serve para um tem de servir para todos.

- idiota: eu
- idiotice: acreditar SEMPRE que o ser humano é capaz de se superar, de ser bom, de ser magnânimo, de ser ético honesto e capaz de gestos maravilhosos de carinho amor e dedicação ao próximo. Nesta idiotice quero permanecer. Pois se um dia eu não acreditar mais na espécie humana irei acreditar em que?


PROFº FUMAÇA GENRO PROGRAMA MÚSICA PURA TODOS OS SÁBADOS NA RÁDIO PARECIS 690 AM DAS 17:00 ÀS 19:00.
RÁDIO WWW.musicapura.listen2myradio.com

terça-feira, 7 de agosto de 2012

QUE ESTADO É ESSE, QUE GOVERNO É ESSE EM QUE UM CANDIDATO APROVADO EM PRIMEIRO LUGAR PRECISA ENTRAR NA JUSTIÇA PARA TER SEU DIREITO RESPEITADO.


APROVADO EM 1º LUGAR
TJ manda Estado nomear aprovado em concurso

 
Welington Sabino, repórter do GD
Aprovado em primeiro lugar para o cargo de fiscal de Defesa Agropecuária e Florestal no concurso público realizado pelo Estado, Fernando Carvalho de Santana precisou recorrer à Justiça para ter garantido seu direito de tomar posse. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) deferiu em julho o mandado de segurança proposto pelo candidato e determinou ao Estado que nomeasse Fernando imediatamente para o cargo o qual foi aprovado no município de Alto Paraguai (218 Km a médio-norte de Cuiabá). A posse deve ser definitiva, uma vez que ficou comprovado que a vaga estava preenchida por contratação temporária, mesmo após a realização de certame.
Conforme os autos, Fernando obteve a primeira colocação no concurso público cujas provas foram aplicadas no início de 2010 e o resultado homologado em 30 de junho daquele ano pela Secretaria de Administração (SAD). Para cargo de fiscal de Defesa Agropecuária e Florestal foi ofertada apenas 1 vaga. No entanto, durante o prazo de validade do certame, foram efetuados diversos contratos temporários para ocupação do cargo. Em virtude dessas contratações, ele candidato aprovado alegou possuir direito líquido e certo à nomeação e posse.
A ação com pedido de liminar contra o governador Silval Barbosa foi proposta em agosto do ano passado e no mesmo mês o pedido liminar foi negado pelo então relator Gilberto Giraldelli. Fernando recorreu e no dia 29 de agosto de 2011 protocolou petição requerendo reconsideração da decisão proferida. Somente no dia 5 de julho deste ano conseguiu decisão favorável proferida por unanimidade pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT.
Em sua defesa, o estado de Mato Grosso argumentou, sem êxito, que o impetrante possui apenas expectativa de direito, já que a nomeação ao cargo constitui ato discricionário da Administração Pública. Contudo, o atual relator, desembargador Luiz Carlos da Costa sustentou que a contratação de servidores temporários para cargos que deveriam ser ocupados por concursados demonstra o interesse, a necessidade e a existência de recursos para o preenchimento das vagas.
Os desembargadores José Silvério Gomes (1º Vogal), Maria Erotildes Kneip Baranjak (2ª Vogal), Cleuci Terezinha Chagas (3ª Vogal convocada), Elinaldo Veloso Gomes Veloso Gomes (4º Vogal convocado) e Sebastião Barbosa Farias (5º Vogal convocado), proferiram a decisão nos temos do voto do relator Luiz Carlos da Costa e concederam a ordem por unanimidade.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A RÁDIO PARECIS 690 AM APRESENTA A PARTIR DESTA TERÇA FEIRA DIA 07/08/2012 ÀS 10:00 OS CANDIDATOS A PREFEITO. SUAS IDÉIAS E PROJETOS PARA A NOSSA CIDADE.

DIA 07/08/3ª FEIRA O CANDIDATO DARCY CAPISTRANO-COLIGAÇÃO "DIAMANTINO PARA TODOS".

DIA 08/08/4ª FEIRA O CANDIDATO JUVIANO LINCOLN-COLIGAÇÃO"TRABALHANDO POR DIAMANTINO".

DIA 09/08/5ª FEIRA O CANDIDATO MILTON CRIVELETTO COLIGAÇÃO "DIAMANTINO. A HORA É AGORA, VAMOS RENOVAR"

DIA 10/08/6ª FEIRA O CANDIDATO AMARILDO DA CONSTARD "É TEMPO DE MUDAR"


          Este é mais um serviço de utilidade pública que a  RÁDIO PARECIS 690 AM, A VOZ QUE VAI MAIS  LONGE oferece  a cidade que durante todos esses anos sempre prestigiou essa emissora. Nada mais justo que retribuir  essa audiência. Mais do que isso retribuímos o amor que a população dá a RÁDIO PARECIS A VOZ QUE VAI ATÉ SEU CORAÇÃO.
        O programa terá a coordenação do Dr. Arimatéia diretor da rádio, do apresentador Álvaro Rocha e do também apresentador profº  Fumaça Genro.

domingo, 5 de agosto de 2012

A cena e os artistas que fazem de Belém o polo cultural mais interessante do Brasil hoje

         Uma Belém, um Pará que mesmo não conhecendo pessoalmente tem toda a minha admiração (como se isso fosse tão necessário). Um abraço na Romilda, no Chico e no Daniel e na espetacular na Simone Almeida uma cantora talentosíssima   que só precisa ser mais divulgada para mostrar sua maravilhosa voz.



LEONARDO LICHOTE, ENVIADO ESPECIAL-. TEXTO DO JORNAL O GLOBO (WWW.OGLO.COM.BR) BELÉM



       Na imponente construção neoclássica de 134 anos, inspirada no Teatro S cala de Milão, cadeiras tropicais de madeira e palha trançada. No palco, garotos fazem som eletrônico da periferia com roupas que simulam futuristas pinturas indígenas que brilham no escuro. A senhora de anos canta versos que louvam, com divertida conotação sexual, o “tremor” causado na boca (e no corpo todo) pelo jambu — verdura típica da culinária local que causa dormência na língua. Os músicos da orquestra de violoncelistas dançam com seus instrumentos como se estivessem num misto de arrasta-pé e baile de tecnobrega. Guitarras cultivadas por décadas em bordéis fuleiros dialogam com a vanguarda da juventude classe média. Duas musas iluminam o olhar lançado dali sobre o mundo exterior: “Ela é americana/ Da América do Sul” e “Essa ‘lorinha’ americana/ Está querendo me esculachar/ Dizendo que eu sou neguinho/ E na América eu não posso entrar”. No fim, a diva pop pós-moderna comanda o carimbó. Realizada entre 31 de julho e 4 de agosto no Teatro da Paz, em Belém, a terceira edição do Terruá Pará — espetáculo de quase três horas unindo artistas do estado, entre 20 e 90 anos, de diferentes gêneros — sintetiza um tanto da teia de informações que gera a força da produção cultural paraense hoje. Uma produção cultural que não se limita à música, sua vitrine mais evidente, mostra também nas artes visuais, na moda, no teatro, na literatura e no audiovisual que pode aceitar facilmente definições-clichês como “exuberância amazônica” e “diversidade de floresta tropical”. Justificando, enfim, os olhares atraídos pelo estado recentemente como o polo cultural mais interessante do país. O terruá (termo criado pelo evento a partir do francês terroir, que indica identidade local) paraense não nasce do acaso. Ele é fruto de uma conjunção de fatores que vão desde a formação histórica da cidade até iniciativas (de Estado ou de “guerrilha”) feitas ao longo da última década que, por um lado, permitiram que surgisse uma geração de público e artistas especialmente criativa e, por outro, deram visibilidade ao que já vinha sendo feito há muito tempo. Avaliando o que acontece na música, Ney Messias, secretário de Comunicação do estado e idealizador do Terruá Pará, defende que na base de tudo está um resgate de um “sotaque perdido”: — O projeto “Mestres da guitarrada”, que Pio Lobato criou em 2003, é o marco zero. Ninguém falava em guitarrada então, era como se não existisse. Mas, a partir dali, as pessoas do Pará voltaram os olhos novamente para essa bagagem, antes desprezada, e viram que havia valor ali. Não só na guitarrada, mas no carimbó e em outros gêneros locais. O que o Terruá Pará faz quando aparece em 2006 (uma segunda edição foi realizada em 2011) é sistematizar esse movimento, dar um sentido a ele. ‘Sotaque perdido’ Festivais de rock como o Se Rasgum a cada edição se abriam mais para o tal “sotaque perdido”, dando espaço para artistas locais tradicionais, o som da periferia do tecnobrega e a nova geração que aparecia misturando esses elementos. O público acompanhava a transformação. — Lembro que meus amigos riam do Pinduca, e hoje no Se Rasgum tem roda de pogo para suas músicas — diz o cineasta Vladimir Cunha, diretor do documentário “Brega S/A”. — Essa geração que surge agora já cresceu com essa abertura. E é mais esperta com relação à produção, cresceram vendo o Se Rasgum, viajam, têm referências para saber como fazer as coisas. O resultado é algo como o Mongoloid Festival, produzido por moleques de 20 anos, que vai ter bandas indianas, mexicanas e o bregueiro Cacique Cara de Pau juntos. Totalmente diferente da Belém onde eu cresci, onde as pessoas brigavam por música. Metaleiros com punks, essas coisas. A efervescência da música paraense e a atenção que ela tem recebido acabam dando frutos para outros terrenos, como as artes visuais. E oferecem oportunidades para que a obra de artistas como Berna Reale, Keyla Sobral (atualmente com a exposição “Meu livro de memórias” no Rio, na Galeria do Ateliê) e Roberta Carvalho rompam os limites do estado. — Ser de Belém, que outrora gerava um preconceito, hoje é quase pré-requisito para você conseguir mostrar sua arte — brinca Roberta, que desenvolve um trabalho de mapping, projetando imagens em árvores, quase sempre de temas amazônicos. — Nas primeiras vezes em que estive em São Paulo, as pessoas se surpreendiam: “Olha, ela é do Norte e está trabalhando com tecnologia.” Temos uma tradição forte de artes visuais, sobretudo a fotografia paraense, uma escola muito valorizada no mundo. Editora e fundadora da revista eletrônica de arte e cultura contemporânea “Não-lugar”, Keyla lança uma provocação: — Há grupos como o Qualquer Coletivo, gente como Orlando Maneschy, uma grande diversidade. Podíamos ter um Terruá Pará de artes visuais. Berna mira nas artes plásticas, mas vai além quando aponta para a questão-chave para se pensar cultura no Pará: a dependência das políticas públicas e das empresas (como a Vivo, que no projeto Conexão Vivo apoia festivais, shows e gravação de CDs): — Infelizmente uma cidade como Belém não tem mercado para sustentar a arte — diz. Mesmo a falta de recursos revela soluções que mostram a força da cultura paraense. O Teatro Cuíra é um exemplo claro: criado em 2006 para ser a casa do grupo homônimo (há 30 anos em atividade), o espaço, que fica numa região de prostituição da cidade, era um casarão centenário com as paredes internas derrubadas para virar estacionamento. A configuração acabou favorecendo o grupo, que montou sua sala, com cadeiras compradas de um cinema fechado e arquibancadas e aparelhos de ar-condicionado doados. Assim, surgiu um palco a mais na cidade para outras companhias e músicos, prêmios e patrocínios para projetos específicos — peças do grupo que quase sempre trazem prostitutas da região no elenco. — Quando chegamos, a primeira pessoa a meter a cabeça aqui dentro e perguntar “o que vocês vão fazer aí?” foi uma prostituta. Vimos que tínhamos que trazer as pessoas daqui para dentro do grupo. É uma forma de interagir com a cidade, e teatro se faz assim — defende o dramaturgo e diretor Edyr Augusto Proença, insatisfeito com os rumos da política cultural de Belém. — O Terruá Pará reúne artistas ótimos, mas a realidade da cultura paraense é essa aqui (olha em volta, mostrando as instalações simples do teatro), não é a do festival. Escritor com vários romances publicados, Proença vê surgir na literatura uma exploração original dos cenários de Belém, longe da folclorização amazônica e mais interessada na complexidade do cenário urbano de uma cidade encravada na floresta: — Exploro essa linguagem policial, cinematográfica, sempre em histórias passadas em Belém. Jovens escritores como Marcelo Damaso (produtor do Se Rasgum, ele tem o romance “Iracundo” pronto, à procura de editora) e Cacho Ishak conversam comigo nesse sentido, falam a mesma língua. Desejo de se ‘amostrar’ Ishak vê as mesmas afinidades. A vista panorâmica da varanda de seu apartamento parece reafirmar seu pensamento: prédios altíssimos acusam a especulação imobiliária de um lado, enquanto a periferia pobre se espalha rasteira do outro. Alguns artistas ressaltam a curiosidade e o desejo de se “amostrar” do “cabôco” (uma espécie de caboclo com a especificidade de Belém) como determinantes para o que acontece no Pará. Um traço que conversa com a formação clássica, herança da fase áurea da borracha. O resultado aparece em trabalhos como o erudito-pop da Orquestra de Violoncelistas da Amazônia e cantoras líricas como a jovem Thaina Souza, que, oriunda do tradicional Conservatório Carlos Gomes, acaba de ganhar uma bolsa para estudar em Viena — há cantores líricos paraenses espalhados pela Europa. O audiovisual acompanha o momento, com nomes como Vladimir Cunha, Jorane Castro, Roger Elarrat, Cássio Tavernard e Priscila Brasil. Filha de família tradicional, com direito a aulas de francês e piano na infância, Priscila chamou a atenção como diretora do clipe de “Xirley”, de Gaby Amarantos, a cantora de origem pobre, “cabôca”, do bairro de Jurunas, que abraçou a tecnologia. O encontro das duas — hoje a primeira é empresária da segunda — traz, de certa forma, as possibilidades oferecidas por essa cultura paraense que agora se mostra para o Brasil. Dos salões do conservatório às aparelhagens, todos estão sob a mesma opressão da umidade e do calor, lembrada a todo tempo pelo brilho do suor nos rostos — como se diz em Belém, todos breados.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

GOVERNO BUSCA SOLUÇÃO PARA NORMALIZAR ASSISTÊNCIA MÉDICA-HOSPITALAR DO SERVIDOR PÚBLICO DO MATO GROSSO


“Estou procurando uma solução e vou encontrar”, disse o governador aos sindicalistas informando que o Governo está analisando uma proposta da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems).
O presidente do Sindicato dos Servidores da Empaer (Sinterp), Gilmar Brunetto, destacou a atenção de Silval Barbosa com a categoria e que “nós sentimos no governador a preocupação que ele está tendo para resolver a situação e, aqui, deixamos claro que queremos ser parceiros para resolver essa questão”, ressaltou Brunetto.
Os sindicalistas saíram satisfeitos da reunião por terem conversado com o governador e secretários, que estão negociando uma nova assistência médico-hospitalar para o servidor público. Os sindicalistas apóiam a proposta do governo de negociar com a Cassems. “Agora é o governo estabelecer uma agenda positiva e nós estamos na expectativa de o governo chegar a um denominador comum para o servidor ser atendido e bem atendido. Esse é nosso objetivo”, concluiu Brunetto.
Acompanharam a reunião, os secretários José Lacerda (Casa Civil), César Zílio (Administração) e 90% das lideranças dos servidores públicos de Mato Grosso: associações, sindicatos da Extensão Ral, Polícia Civil (agentes e papiloscopistas), Educação, Meio Ambiente, entre outras categorias.


Modestamente eu professor José Waldemar M Genro aposentado do estado tenho uma sugestão ao governador Sival Barbosa. Que ele faça cumprir a lei. Nós que temos este convênio maldito (MT-SAÚDE), sofremos e este é o termo correto, o desconto todos os meses e não temos atendimentos em nossas cidades.
Governador se o estado compra um produto de uma determinada firma e essa firma não entrega o referido produto. Não seria ela acionada na justiça por quebra de contrato? Por que não fazer a mesma coisa? Ou será existe forças estranhas que impedem uma atitude tão simples?
Às vezes eu penso que esses caras nos acham todos umas bestas que podemos ser enrolados facilmente. Até pode acontecer algumas vezes, mas sempre e durante tanto tempo ai também já é demais. E os nossos representantes sindicais? Saíram satisfeitos da reunião. Ai já é demais. Satisfeito com o que? Com mais uma leva de promessas? É muita ingenuidade. Para não pensarmos em outras coisas mais sérias as quais não podemos provar.



terça-feira, 31 de julho de 2012

CANDIDATOS NA RÁDIO PARECIS

          A Rádio Parecis 690 AM a partir da semana que vem 3ª feira 07/08) inicia a apresentação dos candidato e suas propostas para a nossa cidade. A ordem ainda não foi sorteada, e cada dia até 6ª feira 10/08 todos os quatro terão sido entrevistado pelo Arimatéia diretor da Rádio Parecis, pelo apresentador Célio Moares e por este pseudo blogueiro e duble de apresentador de programa de rádio. Espero estar a altura desse evento. 

PROFº  FUMAÇA GENRO PROGRAMA MÚSICA PURA TODOS OS SÁBADOS DAS 17:00 ÀS 19:00 NA RÁDIO PARECIS 690 AM A VOZ QUE VAI MAIS LONGE

POLÍTICA

          Mais um internauta que não se identifica  me cobra não ter falado em política. Acontece que sinceramente  como já falei em outro momento não existe NENHUMA  NOVIDADE nessas eleições. Se prestarmos bem atenção veremos os mesmo discursos, as mesmas propostas e muitos dos mesmo candidatos. Os que buscam a reeleição e outros nomes que de novos não tem nada, inclusive as idéias não evoluíram quase nada ou nada. Os nomes novos que existem na minha opinião não nos tem nada a  oferecer. Uns por absoluta falta de formação política e outros por inúmeros outros fatores, mas a maioria por  representar um tipo de pensamento ultrapassado. Aquele de que vereador é para conseguir carro para levar para Cuiabá, pra arrumar remédio, caixão, material de construção, um emprego na prefeitura, etc..Ou seja, nada vezes nada de novo. Estou sendo muito exigente? Talvez. Mas acontece que penso que a função de vereador é outra completamente diferente do que uma parte dos candidatos eleitores pensam. Quando falo dos vereadores incluo com certeza os  prefeitos nesse tipo de pensamento. Os candidatos se rodeiam de pessoas com idéias completamente ultrapassadas, que nunca contribuíram para a melhoria do nosso município e não seria agora que mudariam seu pensamento. Outra coisa que me deixa espantado são determinados candidatos (não todos claro)que dizem ser da igreja X , da igreja Z e  ainda igreja Y. Como se Deus tivesse candidato. Ser desta ou daquela igreja não necessariamente transforma a pessoa em mais ou menos competente, mais ou menos melhor do que outra. Aliás Deus deve andar p da vida com certas pessoas que usam seu nome para pedir voto, isso é uma heresia terrível. Aproveito para pedir ao gênios políticos e religiosos que me tirem um dúvida.  O Deus em nome de quem pedem voto não é o mesmo para todos, só com interpretadões diferentes de nós seres humanos?
         Me desculpem se estou sendo muito digamos exigente. Mas penso ser esta a  maneira que conseguiremos ter pessoas com um outro perfil. Com outro pensamento. Enfim  pessoas que transformem nossa amada Diamantino em uma cidade melhor para TODOS.
             Agradeço aos blogueiros pelas cobranças. Ás vezes é necessário que alguém te sacuda para  que saiamos do  marasmo. Abraço a todos.

"Todos os amigos de aquele Senador dizem que ele é um homem que se fez sozinho. Ninguém quer assumir a responsabilidade" (Millor Fernades")

PROFº FUMAÇA GENRO TODOS OS  SÁBADOS NA "RÁDIO PARECIS" 690 AM COM O PROGRAMA "MÚSICA  PURA" DAS 17:00 ÀS 19:00 HORAS.